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Battle of Vimeiro

1808 Lissabon Feldschlacht

gravure de la Bataille du Vimeiro, Lourinhã

gravure de la Bataille du Vimeiro, Lourinhã

Author: J. Cardini esculp e D. Schioppetta delinLicense:PD
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British forces at the Battle of Vimiero during the Peninsula War

British forces at the Battle of Vimiero during the Peninsula War

Author: Dmanrock29License:CC-BY-SA-4.0
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Travada a 21 de Agosto de 1808, a batalha do Vimeiro foi uma das grandes vitórias. Não só pôs fim à Primeira Invasão francesa, iniciada em 1807, como derrotou os “até então invencíveis exércitos napoleónicos”
A aprovação por parte do Governo Britânico de uma expedição a Portugal, contribuiu ainda mais para um sentimento e ações de revolta contra o ocupante francês por parte dos portugueses. A Norte foram muitas as cidades e povoações que proclamaram a restauração do Reino. A Sul, esse sentimento foi um pouco mais contido devido ao grande número de efetivos militares franceses.
A 1 de Agosto de 1808, os ingleses sob comando de Arthur Wellesley (futuro DuqueArthur Wellesley, futuro Duque de Wellington, cujo comando e táctica permitiram alcançar uma brilhante vitória sobre Junot de Wellington) desembarcaram em Lavos, Figueira da Foz. A 10 de Agosto concentraram-se em Leiria com as forças portuguesas sob comando de Bernardim Freire de Andrade. A estratégia adoptada foi a de marchar rapidamente para Lisboa junto à costa. Assim Arthur Wellesley avançou com as suas forças com o apoio de algumas unidades portuguesas e Bernardim isolou as poderosas fortalezas de Almeida e Elvas, em poder dos franceses. A 17 de Agosto dá-se a primeira batalha da Guerra Peninsular na Roliça, Bombarral, sendo os franceses derrotados.
Tendo conhecimento do avanço inglês sobre Lisboa, Junot marchou com o grosso do seu exército ao encontro das tropas inglesas. No entanto, após ter sido informado que o exército inglês já se encontrava na região da Lourinhã, reuniu com as forças sobreviventes da Roliça e seguiu em direção ao nosso concelho.
Entretanto Wellesley recebeu reforços em Porto Novo, Vimeiro, de 4.000 homens o que elevou o seu efetivo para 19.000 homens, contra os 13.000 de Junot. Na madrugada de 21 de Agosto, os franceses chegaram ao Vimeiro prontos para o frente a frente. Wellesley assumiu posições defensivas nas zonas mais elevadas do Vimeiro e Ventosa, tirando partido do terreno. Junot dividiu o exército em duas frentes de ataque, uma contra a colina do Vimeiro, flanco direito luso-britânico, e outra contra a Ventosa, flanco esquerdo aliado. As suas forças, já em desvantagem numérica, carregaram sobre um inimigo numeroso que soube tirar partido do terreno. Wellesley usou ainda uma táctica de contracosta, o que levava os franceses a subirem as colinas pensando dominar facilmente as unidades no topo, quando no último instante surgiam as unidades ocultas no lado oposto. Nem a maior experiencia das forças francesas impediu a derrota. Durante a manhã quase todas as unidades francesas foram batidas. Junot perdeu perto de 2000 homens entre mortos, feridos e prisioneiros e o exército aliado cerca de 700. Junot foi obrigado a render-se mas, incrivelmente, conseguiu um acordo muito vantajoso, que ficou bem delineado na famosa Convenção de Sintra. http://www.cm-lourinha.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f171a339-a174-4242-93af-94b92010258c&m=c377" rel="nofollow">www.cm-lourinha.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f171a...

http://loc.alize.us/#/flickr:7631961166" rel="nofollow">See where this picture was taken. https://www.flickr.com/groups/geotagging/discuss/72157594165549916/">[?]

Travada a 21 de Agosto de 1808, a batalha do Vimeiro foi uma das grandes vitórias. Não só pôs fim à Primeira Invasão francesa, iniciada em 1807, como derrotou os “até então invencíveis exércitos napoleónicos” A aprovação por parte do Governo Britânico de uma expedição a Portugal, contribuiu ainda mais para um sentimento e ações de revolta contra o ocupante francês por parte dos portugueses. A Norte foram muitas as cidades e povoações que proclamaram a restauração do Reino. A Sul, esse sentimento foi um pouco mais contido devido ao grande número de efetivos militares franceses. A 1 de Agosto de 1808, os ingleses sob comando de Arthur Wellesley (futuro DuqueArthur Wellesley, futuro Duque de Wellington, cujo comando e táctica permitiram alcançar uma brilhante vitória sobre Junot de Wellington) desembarcaram em Lavos, Figueira da Foz. A 10 de Agosto concentraram-se em Leiria com as forças portuguesas sob comando de Bernardim Freire de Andrade. A estratégia adoptada foi a de marchar rapidamente para Lisboa junto à costa. Assim Arthur Wellesley avançou com as suas forças com o apoio de algumas unidades portuguesas e Bernardim isolou as poderosas fortalezas de Almeida e Elvas, em poder dos franceses. A 17 de Agosto dá-se a primeira batalha da Guerra Peninsular na Roliça, Bombarral, sendo os franceses derrotados. Tendo conhecimento do avanço inglês sobre Lisboa, Junot marchou com o grosso do seu exército ao encontro das tropas inglesas. No entanto, após ter sido informado que o exército inglês já se encontrava na região da Lourinhã, reuniu com as forças sobreviventes da Roliça e seguiu em direção ao nosso concelho. Entretanto Wellesley recebeu reforços em Porto Novo, Vimeiro, de 4.000 homens o que elevou o seu efetivo para 19.000 homens, contra os 13.000 de Junot. Na madrugada de 21 de Agosto, os franceses chegaram ao Vimeiro prontos para o frente a frente. Wellesley assumiu posições defensivas nas zonas mais elevadas do Vimeiro e Ventosa, tirando partido do terreno. Junot dividiu o exército em duas frentes de ataque, uma contra a colina do Vimeiro, flanco direito luso-britânico, e outra contra a Ventosa, flanco esquerdo aliado. As suas forças, já em desvantagem numérica, carregaram sobre um inimigo numeroso que soube tirar partido do terreno. Wellesley usou ainda uma táctica de contracosta, o que levava os franceses a subirem as colinas pensando dominar facilmente as unidades no topo, quando no último instante surgiam as unidades ocultas no lado oposto. Nem a maior experiencia das forças francesas impediu a derrota. Durante a manhã quase todas as unidades francesas foram batidas. Junot perdeu perto de 2000 homens entre mortos, feridos e prisioneiros e o exército aliado cerca de 700. Junot foi obrigado a render-se mas, incrivelmente, conseguiu um acordo muito vantajoso, que ficou bem delineado na famosa Convenção de Sintra. http://www.cm-lourinha.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f171a339-a174-4242-93af-94b92010258c&m=c377" rel="nofollow">www.cm-lourinha.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f171a... http://loc.alize.us/#/flickr:7631961166" rel="nofollow">See where this picture was taken. https://www.flickr.com/groups/geotagging/discuss/72157594165549916/">[?]

Author: Vitor Oliveira from Torres Vedras, PORTUGALLicense:CC-BY-SA-4.0
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Travada a 21 de Agosto de 1808, a batalha do Vimeiro foi uma das grandes vitórias. Não só pôs fim à Primeira Invasão francesa, iniciada em 1807, como derrotou os “até então invencíveis exércitos napoleónicos”
A aprovação por parte do Governo Britânico de uma expedição a Portugal, contribuiu ainda mais para um sentimento e ações de revolta contra o ocupante francês por parte dos portugueses. A Norte foram muitas as cidades e povoações que proclamaram a restauração do Reino. A Sul, esse sentimento foi um pouco mais contido devido ao grande número de efetivos militares franceses.
A 1 de Agosto de 1808, os ingleses sob comando de Arthur Wellesley (futuro DuqueArthur Wellesley, futuro Duque de Wellington, cujo comando e táctica permitiram alcançar uma brilhante vitória sobre Junot de Wellington) desembarcaram em Lavos, Figueira da Foz. A 10 de Agosto concentraram-se em Leiria com as forças portuguesas sob comando de Bernardim Freire de Andrade. A estratégia adoptada foi a de marchar rapidamente para Lisboa junto à costa. Assim Arthur Wellesley avançou com as suas forças com o apoio de algumas unidades portuguesas e Bernardim isolou as poderosas fortalezas de Almeida e Elvas, em poder dos franceses. A 17 de Agosto dá-se a primeira batalha da Guerra Peninsular na Roliça, Bombarral, sendo os franceses derrotados.
Tendo conhecimento do avanço inglês sobre Lisboa, Junot marchou com o grosso do seu exército ao encontro das tropas inglesas. No entanto, após ter sido informado que o exército inglês já se encontrava na região da Lourinhã, reuniu com as forças sobreviventes da Roliça e seguiu em direção ao nosso concelho.
Entretanto Wellesley recebeu reforços em Porto Novo, Vimeiro, de 4.000 homens o que elevou o seu efetivo para 19.000 homens, contra os 13.000 de Junot. Na madrugada de 21 de Agosto, os franceses chegaram ao Vimeiro prontos para o frente a frente. Wellesley assumiu posições defensivas nas zonas mais elevadas do Vimeiro e Ventosa, tirando partido do terreno. Junot dividiu o exército em duas frentes de ataque, uma contra a colina do Vimeiro, flanco direito luso-britânico, e outra contra a Ventosa, flanco esquerdo aliado. As suas forças, já em desvantagem numérica, carregaram sobre um inimigo numeroso que soube tirar partido do terreno. Wellesley usou ainda uma táctica de contracosta, o que levava os franceses a subirem as colinas pensando dominar facilmente as unidades no topo, quando no último instante surgiam as unidades ocultas no lado oposto. Nem a maior experiencia das forças francesas impediu a derrota. Durante a manhã quase todas as unidades francesas foram batidas. Junot perdeu perto de 2000 homens entre mortos, feridos e prisioneiros e o exército aliado cerca de 700. Junot foi obrigado a render-se mas, incrivelmente, conseguiu um acordo muito vantajoso, que ficou bem delineado na famosa Convenção de Sintra. http://www.cm-lourinha.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f171a339-a174-4242-93af-94b92010258c&m=c377" rel="nofollow">www.cm-lourinha.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f171a...

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Travada a 21 de Agosto de 1808, a batalha do Vimeiro foi uma das grandes vitórias. Não só pôs fim à Primeira Invasão francesa, iniciada em 1807, como derrotou os “até então invencíveis exércitos napoleónicos” A aprovação por parte do Governo Britânico de uma expedição a Portugal, contribuiu ainda mais para um sentimento e ações de revolta contra o ocupante francês por parte dos portugueses. A Norte foram muitas as cidades e povoações que proclamaram a restauração do Reino. A Sul, esse sentimento foi um pouco mais contido devido ao grande número de efetivos militares franceses. A 1 de Agosto de 1808, os ingleses sob comando de Arthur Wellesley (futuro DuqueArthur Wellesley, futuro Duque de Wellington, cujo comando e táctica permitiram alcançar uma brilhante vitória sobre Junot de Wellington) desembarcaram em Lavos, Figueira da Foz. A 10 de Agosto concentraram-se em Leiria com as forças portuguesas sob comando de Bernardim Freire de Andrade. A estratégia adoptada foi a de marchar rapidamente para Lisboa junto à costa. Assim Arthur Wellesley avançou com as suas forças com o apoio de algumas unidades portuguesas e Bernardim isolou as poderosas fortalezas de Almeida e Elvas, em poder dos franceses. A 17 de Agosto dá-se a primeira batalha da Guerra Peninsular na Roliça, Bombarral, sendo os franceses derrotados. Tendo conhecimento do avanço inglês sobre Lisboa, Junot marchou com o grosso do seu exército ao encontro das tropas inglesas. No entanto, após ter sido informado que o exército inglês já se encontrava na região da Lourinhã, reuniu com as forças sobreviventes da Roliça e seguiu em direção ao nosso concelho. Entretanto Wellesley recebeu reforços em Porto Novo, Vimeiro, de 4.000 homens o que elevou o seu efetivo para 19.000 homens, contra os 13.000 de Junot. Na madrugada de 21 de Agosto, os franceses chegaram ao Vimeiro prontos para o frente a frente. Wellesley assumiu posições defensivas nas zonas mais elevadas do Vimeiro e Ventosa, tirando partido do terreno. Junot dividiu o exército em duas frentes de ataque, uma contra a colina do Vimeiro, flanco direito luso-britânico, e outra contra a Ventosa, flanco esquerdo aliado. As suas forças, já em desvantagem numérica, carregaram sobre um inimigo numeroso que soube tirar partido do terreno. Wellesley usou ainda uma táctica de contracosta, o que levava os franceses a subirem as colinas pensando dominar facilmente as unidades no topo, quando no último instante surgiam as unidades ocultas no lado oposto. Nem a maior experiencia das forças francesas impediu a derrota. Durante a manhã quase todas as unidades francesas foram batidas. Junot perdeu perto de 2000 homens entre mortos, feridos e prisioneiros e o exército aliado cerca de 700. Junot foi obrigado a render-se mas, incrivelmente, conseguiu um acordo muito vantajoso, que ficou bem delineado na famosa Convenção de Sintra. http://www.cm-lourinha.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f171a339-a174-4242-93af-94b92010258c&m=c377" rel="nofollow">www.cm-lourinha.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f171a... http://loc.alize.us/#/flickr:8416716664" rel="nofollow">See where this picture was taken. https://www.flickr.com/groups/geotagging/discuss/72157594165549916/">[?]

Author: Vitor Oliveira from Torres Vedras, PORTUGALLicense:CC-BY-SA-4.0
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Head & shoulder section of 1st Duke of Wellington

photo taken by myself of part of a painting on display in the Duke of Wellington's Regimental Headquarters.

Head & shoulder section of 1st Duke of Wellington photo taken by myself of part of a painting on display in the Duke of Wellington's Regimental Headquarters.

Author: uploaded by en:User:Richard HarveyLicense:PD
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A Batalha do Vimeiro foi travada no dia 21 de agosto de 1808, durante a primeira invasão francesa de Portugal, no âmbito da Guerra Peninsular (1807 – 1814). Nesta batalha defrontaram-se as forças anglo-lusas comandadas pelo tenente-general Sir Arthur Wellesley e as forças francesas comandadas pelo general Jean-Andoche Junot. A batalha resultou numa vitória para as forças anglo-lusas e determinou o fim da primeira invasão francesa de Portugal. https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_do_Vimeiro" rel="nofollow">pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_do_Vimeiro

A Batalha do Vimeiro foi travada no dia 21 de agosto de 1808, durante a primeira invasão francesa de Portugal, no âmbito da Guerra Peninsular (1807 – 1814). Nesta batalha defrontaram-se as forças anglo-lusas comandadas pelo tenente-general Sir Arthur Wellesley e as forças francesas comandadas pelo general Jean-Andoche Junot. A batalha resultou numa vitória para as forças anglo-lusas e determinou o fim da primeira invasão francesa de Portugal. https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_do_Vimeiro" rel="nofollow">pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_do_Vimeiro

Author: Vitor Oliveira from Torres Vedras, PORTUGALLicense:CC-BY-SA-4.0
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Now a calm and discreet beach, seen here from the “Parque de Estacionamento”, Estrada do Paimogo, at the foot of the 17th c. fort ("Forte de Nossa Senhora dos Anjos de Paimogo"). 
In the early days of the Peninsular War, Gen. Robert Anstruther (1768-1809) landed his brigade here, at Paimogo Bay (Paymayo or Pai-Mogo in 19th c. literature), in the evening of August 19th, 1808. 
Simultaneously, Lt.-Gen. Wroth Palmer Acland (1770-1816) would land on the 20th at Porto Novo, about 8 km further south.
Both of them reinforced the British Army led by Lieutenant-General Arthur Wellesley (1769-1852), which had already landed at Praia do Cabedelo, South of Figuera da Foz, on August 1st onwards.
On 21 August 1808 already, the Battle of Vimeiro put an end to the first napoléonic invasion of Portugal. 

Azulejos’s panels, exhibited in front of the Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro, depict the landings at Paimogo and Porto Novo : 
Paimogo : https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vimeiro,_Padr%C3%A3o_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_1.jpg 

Porto Novo : https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vimeiro,_Padr%C3%A3o_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_2.jpg.

Now a calm and discreet beach, seen here from the “Parque de Estacionamento”, Estrada do Paimogo, at the foot of the 17th c. fort ("Forte de Nossa Senhora dos Anjos de Paimogo"). In the early days of the Peninsular War, Gen. Robert Anstruther (1768-1809) landed his brigade here, at Paimogo Bay (Paymayo or Pai-Mogo in 19th c. literature), in the evening of August 19th, 1808. Simultaneously, Lt.-Gen. Wroth Palmer Acland (1770-1816) would land on the 20th at Porto Novo, about 8 km further south. Both of them reinforced the British Army led by Lieutenant-General Arthur Wellesley (1769-1852), which had already landed at Praia do Cabedelo, South of Figuera da Foz, on August 1st onwards. On 21 August 1808 already, the Battle of Vimeiro put an end to the first napoléonic invasion of Portugal. Azulejos’s panels, exhibited in front of the Centro de Interpretação da Batalha do Vimeiro, depict the landings at Paimogo and Porto Novo : Paimogo : https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vimeiro,_Padr%C3%A3o_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_1.jpg Porto Novo : https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vimeiro,_Padr%C3%A3o_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_2.jpg.

Author: Alta FalisaLicense:CC-BY-SA-4.0
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These two faces of the basis read : 
Vimeiro 21 - VIII - 1808

Linhas de Torres [Vedras] 12 - X - 1810  A  5 - III - 1811

These two faces of the basis read : Vimeiro 21 - VIII - 1808 Linhas de Torres [Vedras] 12 - X - 1810 A 5 - III - 1811

Author: Alta FalisaLicense:CC-BY-SA-4.0
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Ao Soldado Português da Guerra Peninsular – (To the Portuguese Soldier of the Peninsular War). 
Sculpture by Helder Silva and Fernando Sarzedas, 2007.

Ao Soldado Português da Guerra Peninsular – (To the Portuguese Soldier of the Peninsular War). Sculpture by Helder Silva and Fernando Sarzedas, 2007.

Author: Alta FalisaLicense:CC-BY-SA-4.0
Source
Monument (Padrão) inaugurated by King Manuel II on 21 August 1908 to commemorate the first centenary of the Battle of Vimeiro having put an end to the first napoléonic invasion of Portugal (Nov.1807-Aug.1808). 
The plaque at the foot of the column (Obelisco) reads : 
"A expedição Britannica sob o commando do / general Wellesley, tendo desembarcado em / Lavos e reunido a si tropas Portuguezas / marchou sobre Lisboa bateu as avançadas inimigas / na Roliça e sendo atacada pelo exército / do comando de Junot nestes sítios do Vimeiro / alcançou sobre elle uma gloriosa vitoria". 
As of 2000, six large panels of azulejos have been installed around the Padrão, to illustrate the first steps of the Liberation of Portugal : 
19 August 1808 : Disembarkment of the Brigade Anstruther at Paimogo : ►(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_1.jpg) ;  
20 August 1808 : Disembarkment of the Brigade Acland at Porto Novo : ►(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_2.jpg) ; 
21 August 1808 : British lines defense center at Outeiro : 
►[(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_3.jpg) ; 
21 August 1808 : The old church of Vimeiro defended by the Brigade Anstruther : (File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_4.jpg) ; 
21 August 1808 : Last French assaults : ►(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_5.jpg) ;  

21 August 1808 : Lieutenant-General Arthur Wellesley receiving the defeated French commander, at Vimeiro : ►(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_6.jpg).

Monument (Padrão) inaugurated by King Manuel II on 21 August 1908 to commemorate the first centenary of the Battle of Vimeiro having put an end to the first napoléonic invasion of Portugal (Nov.1807-Aug.1808). The plaque at the foot of the column (Obelisco) reads : "A expedição Britannica sob o commando do / general Wellesley, tendo desembarcado em / Lavos e reunido a si tropas Portuguezas / marchou sobre Lisboa bateu as avançadas inimigas / na Roliça e sendo atacada pelo exército / do comando de Junot nestes sítios do Vimeiro / alcançou sobre elle uma gloriosa vitoria". As of 2000, six large panels of azulejos have been installed around the Padrão, to illustrate the first steps of the Liberation of Portugal : 19 August 1808 : Disembarkment of the Brigade Anstruther at Paimogo : ►(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_1.jpg) ; 20 August 1808 : Disembarkment of the Brigade Acland at Porto Novo : ►(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_2.jpg) ; 21 August 1808 : British lines defense center at Outeiro : ►[(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_3.jpg) ; 21 August 1808 : The old church of Vimeiro defended by the Brigade Anstruther : (File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_4.jpg) ; 21 August 1808 : Last French assaults : ►(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_5.jpg) ; 21 August 1808 : Lieutenant-General Arthur Wellesley receiving the defeated French commander, at Vimeiro : ►(File:Vimeiro,_Padrão_do_Vimeiro,_Painel_de_azulejos_-_6.jpg).

Author: Alta FalisaLicense:CC-BY-SA-4.0
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Battle of Vimeiro, August 21, 1808.  
The armistice begged by the French commander to Lieutenant-General Sir Arthur Wellesley was signed in this house (private property).

Battle of Vimeiro, August 21, 1808. The armistice begged by the French commander to Lieutenant-General Sir Arthur Wellesley was signed in this house (private property).

Author: Alta FalisaLicense:CC-BY-SA-4.0
Source
Vimeiro, August 1808, Field Hospital.  
In front of Lieutenant-General Sir Arthur Wellesley Head-Quarter, 21-22 August 1808.

Vimeiro, August 1808, Field Hospital. In front of Lieutenant-General Sir Arthur Wellesley Head-Quarter, 21-22 August 1808.

Author: Alta FalisaLicense:CC-BY-SA-4.0
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Historical Overview

British victory under Wellesley (Wellington), driving the French out of Portugal.

Quick Facts

Outcome:British-Portuguese victory.

Kingdom of Great Britain

  • Commander: Arthur Wellesley
  • Strength: ca. 19.000
  • Casualties: ca. 700

Kingdom of France

  • Commander: Jean-Andoche Junot
  • Strength: ca. 13.000
  • Casualties: ca. 2.000

Strategic Context

British intervention to support Portugal against France.

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